sábado, 27 de junho de 2015

MEU DÉCIMO QUINTO FIM DE SEMANA NO CAMBOJA

MEU DÉCIMO QUINTO FIM DE SEMANA (PROLONGADO) NO CAMBOJA

Nesta última quinta-feira, dia 18 de junho, foi feriado aqui no Camboja devido ao aniversário da rainha. Por alguma razão, ouvi rumores que alguém importante faleceu e seria velado na 6ª feira, o feriado acabou sendo prolongado, e tivemos um final de semana de quatro dias. Agora que estou trabalhando 30 horas semanais (15 na Paññasastra University of Cambodia – PUC – e 15 na Learning International School), devo confessar que não achei nada mal o descanso, mesmo com uma pequena redução no meu próximo pagamento.
No próximo dia 30, será o midterm exam na Learning, então aproveitei a manhã de quinta-feira para iniciar a confecção dos exames. O grosso da manhã, no entanto, dediquei ao término da correção de textos dos meus alunos da universidade, de quizzes de alunos da Learning e à transferência das notas para minhas planilhas de controle no computador.
Perto das 11h30, Isabel veio aqui no quarto para decidirmos onde iríamos almoçar neste feriado, uma vez que já estamos fartos de irmos ao restaurante de US$ 1. Munidos do nosso desatualizado guia de restaurantes aqui de Phnom Penh e das memórias de nossas andanças pela cidade, acabamos decidindo pelo buffet asiático Hanami, que oferece as culinárias japonesa, chinesa e cambojana. Fomos andando até lá, na já conhecida Mao Tse Toung Boulevard, em uma caminhada de quase uma hora. No caminho, passamos por lojas de azulejos e vestidos, que Isabel volta e meia parava para fazer comentários e perguntar minha opinião sobre eles.
Após ter que escutar Isabel falando várias vezes que já havíamos passado pelo restaurante e eu dizer que não, finalmente chegamos ao Hanami. O lugar tem ótima aparência. Logo na entrada, oferecem toalhas mornas para lavar o rosto, no costume japonês. Há também uma pia para lavar a mão e fazer a refeição de forma higiênica. O buffet é condizente com o ambiente. Inúmeras opções das três culinárias supracitadas nos fizeram encher vários pratos, deslumbrados com a variedade que encontramos por lá. Entre meus preferidos, figuraram uma sopa cambojana feita com leite de coco, um delicioso e crocante rolinho primavera, um maravilhoso salmão defumado ao molho e sushis de tirar o chapéu. Ainda provamos umas frituras japonesas, como o tradicional tempura e dois outros bolinhos que eu desconhecia, bem saborosos, mas carregados de maionese e um outro molho tradicional. A única coisa que senti falta foi de um de meus pratos japoneses favoritos, o guiozá. Gostaria também que oferecessem sashimi, mas por US$ 9, não dava para exigir mais do que a altíssima qualidade já oferecida então. Bebidas não alcoólicas também estavam disponíveis, então pude tomar três copos de café gelado sem me preocupar, além da saborosa fanta verde que eles tem por aqui e ainda provei um chá japonês tradicional, bem interessante. Após uma hora e meia de balbúrdia, iniciamos nossa jornada de volta ao hotel, também caminhando, por incrível que pareça.
No trajeto de ida, antes de passar por um pagoda que havíamos ido no outro dia, vimos uma placa que indicava o caminho para o Russian Market, indo para a direita. Resolvemos ir até lá no trajeto de volta, e este ficava a apenas algumas quadras da boulevard na qual estávamos. Fomos até lá, e logo na entrada Isabel comprou algumas frutas: mamão, manga e bananas, que acabamos dividindo (apenas as últimas). Entramos no mercado e a diferença deste para outros é que ali encontra-se mais artesanato. No entanto, o resto é bem parecido: roupas, joias, relógios, etc. Alguns itens são mais baratos que em outros lugares, como por exemplo gravatas. Comprei cinco gravatas de seda, em três lojas diferentes, por um total de US$ 11,50. No Mercado Central, eu havia comprado o mesmo tipo de gravata, no mesmo modelo de caixa, com abotoaduras e um pedaço de tecido, por US$ 9. Desta vez, consegui até mesmo dois clipes de gravata para evitar que a mesma fique esvoaçando. Vi também umas camisas de seda, mas nada que me interessasse muito. Como as sacolas de fruta que Isabel estava carregando estavam bem pesadas, acabando não ficamos muito tempo por lá e seguimos o trecho.
Fomos andando até o Mao Tse Toung novamente e sugeri que pegássemos um ônibus que nos deixaria a cerca de cinco quadras do hotel. Quando viramos a esquina, infelizmente vimos o ônibus passando, ou seja, por cerca de dois minutos o perdemos. Fomos até o próximo ponto de ônibus e poucos segundos depois começou a garoar. Neste interim, duas garotas cambojanas pararam suas motocicletas em frente ao ponto e começaram a olhar no celular. Elas pareciam perdidas. Após uns cinco minutos (as garotas já haviam ido embora), parou de garoar e, entediados, concluímos que teríamos que esperar muito tempo pelo próximo ônibus, então, já mais descansados, continuamos nossa caminhada de volta para o hotel. O ônibus, que costuma demorar mais de meia hora para chegar, acabou passando por nós novamente, então se tivéssemos tido mais paciência poderíamos ter evitado a caminhada de volta. Enfim, foi por não termos pego o ônibus pois deu para passar em uma loja de artigos esportivos que estava em liquidação. Acabei encontrando um tênis Adidas original por U$46 (70% de desconto) e um tipo de sapatênis da marca Vivo Barefoot, que eu nunca tinha ouvido falar, com 60% de desconto, por US$ 72. Eu estava sem dinheiro na hora, então pedi que reservassem o Adidas que, caso eu recebesse meu salário, iria buscar nos dias seguintes. Dei mais uma olhada rápida pela loja e continuamos o trajeto até o hotel.
Não fizemos mais nenhuma parada e o caminho de volta, como sempre, acabou parecendo bem mais rápido que a demorada ida. Cansados da caminhada, fomos para nossos respectivos quartos descansar um pouco. Um tempo depois, Isabel veio aqui no quarto e fomos pesquisar na Internet sobre cruzeiros all-inclusive no rio Mekong. Descobrimos que todos devem ser agendados no mínimo com um dia de antecedência e sempre nos finais de semana, ou seja, não conseguimos agendar nada para o feriado prolongado.
Após insistir várias vezes para sairmos e Isabel enrolar ao máximo, fomos em direção à Learning International School, pois no meio do trajeto fica o PPCB (Phnom Penh Commercial Bank), no qual esta escola deposita meu salário. Para minha alegria, o árduo trajeto até lá (agora começou o período de chuvas, o que transformou uma rua que alterna um asfalto precário bem empoeirado em uma rua enlameada e ainda mais fedida) valeu a pena: a Learning paga duas vezes por mês e o meu soldo quinzenal estava na minha conta. Após retirar o dinheiro, fomos até a Learning para que eu pudesse mostrar a Isabel o imponente prédio no qual trabalho quinze horas semanais. Na volta, passamos no New Steung Mean Chey Market, um tipo de shopping no qual eu havia ido sozinho um tempo atrás e onde fica uma unidade do Lucky Supermercado. Eu precisava comprar pão, mas dei com os burros n’agua. Fui até a padaria deles e os pães haviam acabado, então continuamos o trajeto de retorno ao hotel, que foi feito, em sua maior parte, no escuro. Procuramos andar no asfalto na maior parte do tempo, de modo a evitar que tivéssemos que pisar em alguma poça de água suja devido à precária iluminação desta área da cidade. Ao chegar no hotel, não entramos. Continuamos até o Lucky que fica no Sovanna Shopping Mall. Já com o salário no bolso, acabei me rendendo a algumas extravagâncias. Comprei presunto defumado, queijo cheddar fatiado, um pote extra de maionese com mostarda, pão (a única necessidade principal do dia) e três pacotes de bolacha recheada, além de três latas de cerveja.
Munido de alimentos para os próximos dias, saímos direto do Lucky de volta para o hotel. Decidimos, no entanto, parar  para jantar. Eu, pelo menos, pois Isabel ainda estava sem fome após a barbárie do almoço. O lado bom dela não querer comer foi ter ido a um restaurante diferente, ao lado daquele que serve arroz frito com ovo frito e carne bovina, para comer frutos do mar. Acabei pedindo lula, que veio grelhada e em espetos (cinco delas), acompanhadas de uma porção de arroz. Antes da janta, acabamos comendo umas bolachas recheadas e também a salada de cenoura e pepinos que nos trouxeram. As lulas estavam deliciosas e custaram apenas US$ 2,50, o que certamente me fará retornar lá.
Já cansado, com dor na coxa e na panturrilha de tanto caminhar, voltei para o hotel, me despedi de Isabel e cada qual foi para seu respectivo quarto. Tomei o tão esperado banho quente, troquei de roupa e fui assistir a alguns episódios de Mad Men, acompanhados de algumas bolachas recheadas do pacote que havia aberto pouco tempo atrás. Terminou assim minha décima quarta quinta-feira no Camboja.
Na sexta-feira, acordei pouco depois das 8h, tomei café, me arrumei e dei continuidade ao preparo dos exames de midterm para a Learning. Por volta do meio dia, saí para almoçar com Isabel. Fomos na rua 217, mas em outro restaurante, o que vende carne de porco e arroz por US$ 0,90. Neste dia, não fizeram sopa, então acabei pedindo um ovo frito junto com a comida para acompanhar. Após almoçarmos, fomos direto para a loja de calçados, pois eu havia pedido para reservarem o tênis da Adidas para mim e já estava com o dinheiro na mochila. Fomos caminhando sem pressa, e aproximadamente meia hora depois estávamos lá. Não precisei provar o Adidas, mas o outro tênis me deu um pouco mais de trabalho. Pedi que trouxessem as numerações 45,46 e 47 (meu pé não é tão grande assim, os números aqui são maiores). Acabei levando o 46, após dar várias voltas pela loja. Voltamos carregando as sacolas, sem parar em mais nenhum lugar.
À tarde, viemos aqui no meu quarto e pesquisamos mais opções de cruzeiros, além de vermos também o local e horário do passeio de barco que iríamos no sábado, patrocinado pela alemã Julie, colega de trabalho da Isabel. Após muito insistir, convenci Isabel a sairmos do hotel e fomos até o Lucky que fica no City Mall, a fim de ver se encontrávamos a promoção de chocolates por US$ 0,50 do outro dia. Como era de se esperar, os chocolates haviam acabado e não havia opções tão atraentes como aquela. Isabel acabou comprando os mesmos chocolates, em quantidade menor. Quando estávamos saindo do shopping, começou a chover e entramos novamente para não nos molharmos. Acabamos encontrando umas lojas de roupas e vi uma calça social que me interessou. A loja também vendia camisas de boa qualidade, então acabei levando uma calça e uma camisa, por US$ 27 (com a barra de calça incluída, que fizeram em 20 minutos). Aproveitamos o tempo de espera para dar uma olhada geral nas roupas do lugar. Vi uma calça bem parecida com a que comprei em outra loja, e tiveram a empáfia de cobrarem US$ 25 por ela, então recomendo aos que estejam pensando em vir para cá que pesquisem bem e tenham uma ideia do valor do produto antes de adquirir alguma coisa. Pechinchar também é muito importante por aqui, pois sempre jogam o preço lá em cima quando veem que você é estrangeiro.
Com minhas aquisições na mão, iniciamos o caminho de volta. Já era passado das 19h e resolvemos encontrar um lugar para jantar. Acabamos encontrando um simpático restaurante de frutos do mar. Lá, tomei duas cervejas ABC (cujo review foi publicado nesta segunda-feira em dr-beer.blogspot.com) e comi uma deliciosa porção de lula ao molho, acompanhada de arroz. Isabel pediu costeletas de porco, que também estavam ótimas. De barriga cheia, voltamos caminhando ao hotel, no qual chegamos aproximadamente meia hora depois. Nos despedimos e fomos cada qual para seu respectivo quarto.
Na manhã de sábado, aproveitei novamente o tempo livre para fazer coisas do trabalho. Fui almoçar com Isabel perto do meio-dia e fomos no tradicional restaurante de US$ 1. Não fizemos nenhuma extravagância porque à tarde iríamos no passeio de barco da amiga dela.
Após o almoço, fomos relaxar um pouco na piscina e por volta de 14h fomos nos arrumar. O dia estava fresco, então vesti uma calça jeans (pela 2ª vez desde que cheguei aqui) e coloquei uma camisa xadrez de manga comprida para estar bem alinhando para a “festa” de mais tarde. Encontrei Isabel no lobby às 14h30, pegamos um tuk-tuk por US$ 3 que nos levou até o Riverside. Chegando lá, começou uma garoa fina e fomos procurar uma agência de viagem para que Isabel pudesse pesquisar a melhor opção de visto para o Vietnã e de passagens de ônibus para lá. Encontramos valores bem razoáveis e ela acabou pegando o visto por cerca de US$ 60 e a passagem de ônibus por US$ 12, até Ho Chi Minh (Saigon). Depois disso, fomos ao Night Market, que supostamente abre às 17h. Chegamos lá por volta de 16h30, no entanto, e muitas barraquinhas já estavam funcionando. Já estávamos com fome, e acabamos fazendo um lanche por lá: um rolinho que parecia ser feito de massa de arroz, recheado com alface e com camarões em cima e um camarão frito, este sim, bem saboroso. O rolinho era socado de manjericão tailandês, que não é ruim. O problema é que aquele parecia ser o único gosto. Terminando de lanchar, fomos procurar algo para levarmos para o potluck que seria realizado no barco. Vi uma caixa dos mesmos rolinhos que havíamos acabado de comer e acabei pechinchando uma caixa com 15 por US$ 6. Uma coisa curiosa que encontrei na mesma barraquinha foi um salgadinho frito idêntico ao nosso pastel brasileiro. Ao come-lo, alguns minutos mais tarde, constatei que somente a aparência era a mesma. No recheio, um molho avermelhado com um tipo de carne (não moída, como no nosso). A  presença de óleo também era bem maior que na nossa variedade.
Com a nossa contribuição em mãos (havíamos também trazido uma garrafa de coca-cola), fomos ainda a um mercadinho para comprarmos algumas bebidas para levarmos a bordo. Carregados de sacola, chegamos a um dos três “portos” (ao menos que eu vi até agora) que existem no Riverside. Aproveitei para tirar algumas fotos de lá, como podem ver, o céu estava bem fechado. Esperamos um tempo e logo depois Julie chegou, junto com outros convidados. Nos cumprimentamos e seguimos andando, pois nosso ponto de embarque seria mais ao norte de onde estávamos. Ao chegarmos perto do lugar onde deveríamos embarcar, esperamos mais uns vinte minutos por convidados atrasados. Quando o grupo estava completo, descemos uns degraus em uma espécie de morro cercado por grama e passamos por uma trilha que nos levou ao barco, que era de porte médio, simpático, mas nada muito luxuoso.
A esta altura, o por-do-sol estava em andamento, e consegui registrar várias imagens do belíssimo fim de tarde em Phnom Penh visto a partir do rio Mekong.  Após alguns minutos de fotos, confraternização e conversas, um convidado abençoado teve a “coragem” de iniciar os trabalhos e então todos começaram a compartilhar o que haviam trazido (potluck). Havia pizza, vários tipos de espetinho, carne ao molho, batatas fritas, donuts e frutas – uma belíssima mesa. Já adianto por aqui que nossos rolinhos, apesar de possuírem bela apresentação, não fizeram muito sucesso.
O céu, apesar de dispor de rara beleza no momento, nos reservava uma inesperada surpresa. Poucos minutos após começarmos a comer e beber no segundo andar do barco, começou a chover, então todos agarraram rapidamente tudo que podiam e começaram a transportar as coisas para o andar de baixo, que era totalmente coberto. Uns dez minutos depois da operação ter sido completada, parou de chover. Obviamente que nem foi cogitada a hipótese de voltarmos para o andar de cima, até por estar tudo molhado.
A festa teve continuidade, então, no andar de baixo. Conheci um neozelandês bem simpático por lá, e, entre uma cerveja e outra, ele me contou que mora em Phnom Penh há quatro anos e que passou de professor de inglês a web designer, entre outras coisas. Isabel ficou conversando com uma garota dinamarquesa. No final da festa, saboreamos uns donuts que a anfitriã havia levado e, talvez por desconhecer quão saborosos estes doces são, a maioria dos convidados não estavam desfrutando.
Quando o passeio terminou, desembarcamos e alguns convidados já bateram em retirada. Alguns cogitaram continuar a festa algures, mas ainda havia várias latinhas de cerveja que ainda estavam fechadas. Uma garota ucraniana bateu o pé e disse que não iria desperdiçar tudo aquilo, então acabamos nos reunindo ali por perto para conversar e terminar as nove latinhas remanescentes. Durante este tempo, acabei conversando com um rapaz franco-germânico que estava visitando o Camboja por quatro meses, período em que estará fazendo estágio aqui em Phnom Penh. O grupo estava bem animado, e, ao finalmente terminarmos o espólio do barco, alguns decidiram ir comer uma happy pizza. Isabel e eu, no entanto, optamos pelo caminho mais careta e pegamos um tuk-tuk de volta ao hotel, encerrando, assim, uma divertido final de sábado.
No domingo de manhã, consegui terminar todos meus afazeres do trabalho. Por volta do meio-dia, desci ao lobby e Isabel e Mary estavam lá me esperando para sairmos almoçar. Fomos a um restaurante aqui perto, no qual acabou acontecendo uma situação bem desconfortável. Sugeri que fôssemos lá porque eu havia estado lá outrora com Colin, quando havíamos pedido um "set" de US$ 3, que era composto de um prato principal, arroz, chá e sobremesa. Desta vez, quis me certificar que minha opção seria substancial, então perguntei à garçonete quais eram as maiores porções, de melhor custo-benefício. Ela não soube me responder e mal falava inglês. Acabei pedindo um tipo de  peixe que havia no cardápio, esperando por um peixe inteiro ou até mesmo um filé. Mary pediu carne de porco e Isabel uma sopa. Os pratos delas chegaram: uma bela tigela para Isabel, uma porção mediana para Mary e eu recebi uma tábua de madeira com uma imensa porção de salada e um potinho com um molho parecido com o patê de sardinha que a minha mãe faz, com maionese. Dez minutos mais passaram e não me trouxeram mais nada, quando caiu a ficha: aquele seria o meu prato. Fui no caixa perguntar se meu peixe estava vindo e que, caso aquele fosse o meu prato, eu não pagaria o preço pedido. Um tempo depois o dono do restaurante foi na nossa mesa e, após um bom tempo falando como as coisas funcionam no Camboja, ele acabou me dando um desconto de US$ 1,50 e nos pedindo que o chamássemos da próxima vez que formos lá, para que ele possa nos explicar o conteúdo de cada prato em inglês, para que não houvesse mais nenhuma falha de comunicação.
Com a situação resolvida, Mary e eu pedimos um café em uma barraquinha ao lado do restaurante e fomos tomando no trajeto de volta. Elas foram ao nível da piscina e eu subi para o quarto. Uma meia hora depois desci, e Ron estava lá. Ficamos conversando lá e como as estórias estavam bem repetitivas e eu não estava me sentindo muito bem, me despedi e vim para o quarto. Eles continuaram lá por mais algum tempo, como Isabel me relatou depois.
Não saí mais do quarto naquele domingo, aproveitando o resto do dia para assistir a alguns seriados, organizar o quarto e me preparar para  o próximo dia de trabalho, terminando assim meu décimo quinto fim de semana no Camboja.

Um abraço a todos que acompanham o blog e caso queiram assistir a vídeos da viagem, acessem meu canal no YouTube em https://www.youtube.com/channel/UCSnlDgGBkeCnhbDbLLkCjew.

Até o próximo post!