domingo, 26 de abril de 2015

MEU SÉTIMO FINAL DE SEMANA NO CAMBOJA

Neste sétimo sábado, acordei tarde, tomei café e fiquei no quarto, usando o computador e lendo. Às 11h30, saí para almoçar com Isabel no restaurante de sempre. A novidade é que pedi meus dois pratos favoritos ali: frango com manjericão tailandês e peixe com gengibre. Ao terminar (meia hora esperando Isabel) fomos ao shopping. Ela comprou sucrilhos e short cakes no Lucky e depois fomos na feirinha atrás do shopping. Comprei sabonetes e tomates, ela comprou uma manga.
À tarde, fomos na piscina, por volta de 14h30. Bati meu recorde de permanência lá: ficamos umas 3 horas lá nadando e conversando. A colega Sophavvy apareceu por lá, mas não falamos muito com ela.
Ao sairmos da água, combinamos de ir jantar no Riverside e nos encontramos no lobby uma hora depois. Pegamos um tuk-tuk até o Central Market e depois fomos caminhando até o restaurante que eu havia procurado, chamado Green Vespa, no qual supostamente haveria cervejas inglesas. No caminho, tirei uma foto em frente a um lugar chamado Pussy Cat – como pode-se perceber, estávamos na Sleazy Street. Chegando lá, no entanto, o restaurante havia mudado de nome e dono, portanto havia apenas as tradicionais Lagers cambojanas e acabamos não ficando por lá. Fomos para minha segunda opção, o Riverside Bistro, que tinha algumas cervejas importadas, mas apenas as que também são encontradas no supermercado. Além disso, os preços eram estratosféricos, como era de se esperar em um bistrô localizado em uma área turística como a do Riverside. Andamos um pouco e encontramos um simpático restaurante, chamado Bojangles.
O cardápio era bem diversificado, com pratos asiáticos e ocidentais. Isabel estava com vontade de comer carne, então pediu um steak com batata frita e molho de cogumelo – delicioso. Eu pedi um set, que veio com salada tailandesa, frango picante (era bem parecido com o nosso frango xadrez encontrado facilmente no Brasil – saboroso, mas nada de mais) e uma sobremesa composta de quatro pedaços de abacaxi em calda e uma bola de sorvete de baunilha. Uma particularidade é que eles não esperam você terminar o primeiro prato para trazer o seguinte. Eu estava na metade da minha salada quando trouxeram o  prato principal. E menos de 5 minutos após eu começar a comer o frango, trouxeram a sobremesa. Foi aí quando pedi para levarem a sobremesa de volta e trazerem mais tarde. Mesmo assim, quando a trouxeram de volta, eu ainda não havia terminado de comer tudo, e o sorvete chegou meio derretido... Fora isso, a qualidade da comida era muito boa, e recomendo o restaurante.
Ao terminar, já cansados, pegamos um tuk-tuk de volta ao hotel. Como era de se esperar, o motorista teve que parar um vez durante o caminho para consultar o seu mapa. Depois disso, no entanto, ele veio direto ao hotel, sem muitas complicações. Nos despedimos e combinamos de ir almoçar no domingo novamente. Cheguei ao quarto e vim assistir um seriado. Vi um episódio de Castle e então fui dormir.
Neste domingo, acordei às 8h30, mais ou menos. Fiquei no quarto até 11h30, quando saí para almoçar com Isabel. Comi o de sempre no restaurante usual: frango com gengibre e uma porção de carne moída com missô: nada mal. De sobremesa, ganhei um short cake de chocolate que Isabel havia comprado no dia anterior. Depois disso, fomos ao shopping: ela queria pesquisar o preço de uma marmita de inox para levar na escola onde ela trabalha. Para variar, demos uma passada no Lucky. Lá, encontrei um café brasileiro, que tirei foto. Minha amiga Mary disse que nos EUA também se encontram muitos dos nossos produtos. Em uma loja de departamentos do primeiro andar, mais itens brazucas. Vi havaianas dos mais variados modelos por lá – é sempre bom ver coisas que nos lembram de casa. Nunca achei tão legal a frase : sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor. Enfim, acabei comprando um pacote de Oreo, que comemos no shopping como sobremesa e depois voltamos para o hotel, pois, supostamente, Mary deveria chegar no hotel às 14h.
Já aqui, trouxe minhas coisas para o quarto, me troquei e fui para a piscina. Uma meia hora depois, Isabel chegou. Passado mais um tempo, chegou Ron. Mary veio depois, e ligou para o ex-monge Singit, que se juntou a nós. Os dois últimos, no entanto, não entraram na piscina.
Ficamos conversando e nadando por lá até umas 17h30, quando a fome começou a bater e resolvemos ir comprar algo para comer no Yothapol Khemarak Phoumin Boulevard, a grande avenida que dá acesso ao shopping. Compramos um frango assado, uma codorna (para mim) e noodles fritos com carne e vegetais. No caminho, Isabel percebeu que ela havia perdido a chave dela. Além disso, ela havia marcado uma sessão de Skype às 19h com os pais dela, então acabou indo para o hotel antes. Eu e Mary sentamos em umas mesas que estavam atrás da barraquinha de noodles, e jantamos lá. O fato de não oferecerem facas aos clientes dificultou bastante o destrinchamento do frango. Após sofrermos um bom tanto, fui até a barraquinha e consegui “emprestar” uma faca sem fio, o que facilitou bastante nosso trabalho. A codorna, iguaria no Brasil, era deliciosa e barata: apenas US$ 1 (além disso, vem com um ovo anexado a ela). Após tanta carne, no entanto, não consegui comer muito macarrão e acabei trazendo para casa. Quando estávamos quase indo embora, Isabel voltou e disse que não havia conseguido encontrar a chave. Na volta para o hotel, passamos no Lucky, pois Mary tinha que trocar uma nota de US$ 100.
Chegando ao hotel, já cansados, conversamos bem pouco e nos despedimos. Ainda era cedo, por volta de 20h30, então aproveitei para me atualizar nos seriados e assisti a um episódio de The Big Bang Theory e a dois de Grey’s Anatomy. Por volta de 22h30, fui dormir, e encerrei meu sétimo final de semana no Camboja.
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Um abraço a todos e até o próximo post!


























MINHA SÉTIMA SEXTA-FEIRA NO CAMBOJA

Mais uma vez, meu dia começou cedo, às 7h. Fiz tudo o que tinha pra fazer aqui no quarto, me arrumei e desci às 8h. pesei os prós e os contras e acabei decidindo por pegar uma moto que me levasse no American Intercon Institute e também até a Beltei International University. No primeiro, entrei e pedi para falar com os diretores ou pessoal do RH, mas, mais uma vez, não teve como, então acabei deixando meu CV e documentação apenas. Na Beltei, uma grande instituição, como poderão ver nas fotos, também não consegui falar com ninguém da diretoria, apenas uma moça da recepção, que recolheu o envelope com minhas informações. Fui ainda a uma pequena escola chamada Cam Elite, na qual, esta sim, consegui falar com a diretora, que me disse que não estavam precisando de professores no momento.
Voltei para o hotel por volta de 9h30 e resolvi então fazer um tour à esquerda no Monireth Boulevard, pois ainda tinha uma meia dúzia de currículos para desovar. Como falei em posts anteriores, tivemos duas chuvas fortes essa semana. Portanto, como o sistema de saneamento daqui está longe do ideal, as ruas estavam todas alagadas. Para piorar, o trajeto que fiz não é pavimentado em sua maioria, então podem imaginar o lamaçal cinza que estava por lá. Mesmo assim, continuei meu trajeto até chegar lá. Um pouco antes disso, passei pelo monastério aqui perto do hotel e tirei foto de uma galinha gigante que havia no topo de uma das construções de lá.
Consegui registrar um monge que estava indo na mesma direção que eu. O pobre religioso estava descalço e teve que pisar naquela imundície sem proteção alguma. O caminho até lá foi bem árduo: tive que ficar desviando das infinitas poças d’agua e também dos bolsões de lama, o que foi sujando meus sapatos e minha calça social. Isso sem falar no calor que começou a se intensificar. Acabei deixando o currículo em apenas uma escola, cujo nome não me recordo agora, pois julguei que seria contraproducente ir em mais lugares sem estar na minha melhor apresentação possível.
Voltei então ao hotel, exausto e sedento e fui me refrescar um pouco na piscina, onde nadei por pouco mais de meia hora. Na metade do meu treino, Trea (uma espécie de faz-tudo aqui do hotel – ela agilizou minha visita às escolas, visto de permanência, etc.) me chamou pela sacada do lobby e me deu uma ótima notícia: eu teria uma entrevista de emprego às 17h na Paññasãstra University of Cambodia.
Terminei de nadar, vim me trocar aqui no quarto e desci para ir almoçar. Encontrei Trea no lobby e ela me disse quem iria me entrevistar e pediu que eu levasse cópia dos meus diplomas, certificados e também do passaporte.
Fui almoçar no meu restaurante tradicional e optei pelo já conhecido frango com gengibre. Eles deviam ter achado que estou acima do peso, pois me deram uma ínfima porção de uns 100g. fui até lá pedir mais e demorei uns cinco minutos, fazendo mímicas e dizendo a palavra “more”, para que eles entendessem o que eu queria. Ou talvez só estivessem dando uma de “joão-sem-braço”... Enfim, eventualmente entenderam após uma mímica que fiz e me deram um pouquinho mais, que na saída tentaram cobrar, mas aí foi minha vez de dar uma de joão sem braço e acabei pagando o valor tradicional.
De volta ao hotel, aproveitei à tarde para ir fazer as cópias dos documentos e também para ler sobre a universidade e os programas que eles oferecem. Lanchei no meio da tarde e pouco antes das 16h comecei a me arrumar para ir para a entrevista. Meia hora depois, cheguei de camisa e gravata no lobby, quando uma das garotas da recepção disse que eu estava handsome. Nunca é demais uma boa calibrada no ego antes de uma entrevista de emprego. Enfim, já fora do hotel encontrei um motoqueiro para me levar na universidade, que fica, coincidentemente, bem próxima ao Monumento da Independência, ao qual eu havia ido na semana passada com Isabel.
Me segurei bem na moto e fomos. O trajeto deveria ter levado uns 15 minutos, mas o motoqueiro, para variar, não sabia direito onde o lugar ficava, e teve que ligar do celular para alguém ajudá-lo. Resultou que acabei chegando na universidade cinco minutos antes da entrevista, mas, por sorte, Mr. Colin ainda estava terminando de entrevistar o candidato anterior e acabei esperando uns 15 minutos lá. Meu entrevistador veio então me recepcionar e me levou até sua sala, onde a entrevista foi feita. Ele me contou sobre a instituição e que eles tem turmas preparatórias de inglês o ano todo, pois os alunos devem ter um exame comprobatório de conhecimento mínimo em inglês para que possam frequentar as aulas da universidade. Contei a ele que tenho experiência em preparo para exames internacionais e também que já lecionei todas as faixas etárias: crianças, adolescentes e adultos. Ele até mesmo me disse que há um ônibus próximo aqui ao hotel que eu poderia pegar para ir até o campus onde as aulas serão dadas – considerei isto como um bom sinal. Ele me contou também das condições, impostos, treinamentos dados aos professores, etc e disse que irá me contactar no início da próxima semana para que eu vá até lá ver um cronograma das aulas. Não é nada garantido ainda, mas estou confiante.
Terminada a entrevista, olhei ao redor da universidade, com mais calma, e vi o lindo lugar em que estava e resolvi voltar caminhando. Havia um parque (Wat Bottom) em frente à Paññasãstra, com um grande grupo praticando ginástica ao ar livre, muito legal (poderão conferir nas fotos e vídeos). Ali ao lado, tirei foto do Cambodia-Vietnam monument. Logo atrás do parque estava o Botumvatey Monastery, que infelizmente estava fechado. Resolvi então voltar para casa. No trajeto, tirei novas fotos do monumento da independência e também de algumas embaixadas que estavam no caminho, como do Catar e da Coréia. Passei por um outro parque, no qual havia um grande número de pessoas comendo e uma estrutura sendo montada (parece que haveria algum evento ali à noite), além de crianças jogando bola e mais um grupo fazendo ginástica ao ar livre.
Era bem próximo das 18h e começou a anoitecer. A rush hour é extremamente caótica por aqui (bem mais que o usual) e foi extremamente difícil atravessar algumas ruas; tive que utilizar o método kamikaze ou ainda estaria lá. O lado bom é que consegui tirar algumas fotos a mais para por no blog, como poderão ver.
Enfim, uma hora depois, com bolhas sendo formadas no pé e praticamente nada suado, cheguei ao hotel. Tomei uma merecida cerveja gelada e desci para a piscina, onde encontrei a coleguinha Isabel, que havia tentado me ligar duas vezes em minha caminhada de retorno ao hotel. Ficamos lá conversando na piscina por volta de uma hora (ela estava conversando com um carinha do atual programa da LC-Asia e quando eu cheguei ela o abandonou totalmente... achei rude, mas enfim...) e decidimos sair para jantar, her treat.
Fomos a um restaurante que fica na esquina, a uma quadra do Sovanna Mall, mas estavam fechando. Pensamos em ir ao KFC comer um sanduíche de frango, mas estávamos com fome e o sanduíche lá parece ser pequeno. Acabamos indo a um restaurante que já havíamos ido, próximo à loja 2500. Ambos comemos arroz frito com carne de porco e um ovo frito por cima, acompanhados de uma tigelinha de sopa, bem saborosa. Ela pagou a conta (quando eu receber meu primeiro salário será minha vez) quase uma hora após chegarmos lá (esperei mais ou menos meia hora ela terminar de comer...) e voltamos para o hotel, a passos de tartaruga, já que minhas pernas estavam (e ainda estão) bem doloridas das caminhadas dos últimos dias.
De volta ao hotel, bem cansado, meu único pensamento era cair na cama e dormir. Foi o que fiz, sem preocupações de acordar cedo no dia seguinte. E assim acabou meu quadragésimo terceiro dia aqui no Camboja.
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sábado, 25 de abril de 2015

MINHA SEXTA QUINTA-FEIRA NO CAMBOJA

Acordei às 7h, tomei café da manhã, tomei banho, coloquei calça social, sapato, camisa e gravata e fui em busca de mais escolas para deixar meu currículo. Desta vez fui a pé.
Na recepção, imprimi mais algumas cópias do currículo. Eles não tinham grampeador na recepção, então fui a um Internet Café que fica a caminho do meu restaurante diário. Foi lá na frente que tirei a foto do monge com o guarda-chuva. Com os CVs grampeados, segui pelo Monireth Boulevard até chegar no Mao Tse Toung Boulevard, e fui andando até chegar na American Intercon International. Entrei e segui a dica de Mike, pedindo para falar com algum diretor, mas, como sempre, estava indisponível. Tentei então deixar meu currículo, mas me disseram que também pedem fotos 4x6 e uma folha de rosto. Acabei não deixando nada lá e segui caminho. Contornei a rua e acabei achando uma outra escola, chamada Royal Intercon School, na qual tive que tirar os sapatos antes de entrar. Falei com um senhor que parecia ter algum cargo administrativo na escola, e deixei meu primeiro CV do dia lá.
Fiz então o contorno e andei até chegar no Monireth Blvd. Novamente, desembocando na frente do mercado de vegetais, que fica ao lado do Chenla Teather, ambos com fotos já publicadas aqui no blog. Seguindo à direita, minha próxima escola foi a Olympic School, na qual deixei mais uma cópia com a recepção. Andei mais um pouco até chegar na Hello American School, onde fiz o mesmo. Andei mais algumas quadras e, em frente ao restaurante onde eu almoçava nas duas primeiras semanas de curso, encontrei a Elite International School, na qual pude conversar um pouco com uma senhora que parecia ter alguma voz de comando lá dentro, e ela comentou que estavam procurando professores para a primeira série. Deixei o currículo com ela, e disse que estava apto a ensinar este nível. A última escola a que fui chama-se Beltei International School, e a mais luxuosa de todas. Entrei lá, fui no setor de RH, e falei com uma senhora, que me disse que eu deveria levar o CV na universidade internacional Beltei, anexado com fotos, cópias de certificados e etc. Ela me deu um envelope e uma brochura da instituição, que levei de volta comigo.
A partir daí, não encontrei mais escolas, mas resolvi andar até o final do Boulevard. Aprovetei o passeio para tirar fotos do tribunal de primeira instância, da imensa obra que está sendo construída ao lado do estádio Olímpico e de um monumento que fica bem no final da Monireth, o do crocodilo, que mencionei em post anterior. Passei por trás do monastério que fica bem próximo a este monumento, onde tirei algumas fotos, como a do cartaz que ensina crianças a atravessar a rua de um jeito seguro. Aproveitei para retratar alguns comércios que estavam abertos, como um que vendia belíssimas esculturas de madeira. Flagrei também uma senhora doando dinheiro a um monge, e pedindo a benção à ele. Com mais uns 20 minutos de caminhada, após comprar uma garrafa de água e sentar um pouco para descansar, retornei ao hotel.
Por volta de 11h30 fui almoçar, desta vez algo um pouco mais nutritivo – brócolis com carne (pouquíssimos pedaços, mas a porção era maior que a usual). Na volta, registrei algumas crianças andando de bicicleta embaixo do viaduto.
Durante a tarde, aproveitei para agilizar a documentação necessária para as duas escolas nas quais não deixei currículo. Havia algumas moscas aqui no quarto, então acendi uma espiral mata-insetos que comprei no outro dia e coloquei em cima de uma bandeja de plástico. Desci na recepção, fiz a cópia do meu certificado e imprimi a folha de rosto. Quando voltei aqui no quarto, estava uma fumaceira jamais vista. Aconteceu que o fogo estava muito forte e começou a derreter a bandeja, além de queimar uma parte da cortina. Além disso, o plástico grudou-se a pintura da parede. Ou seja, uma lambança total. Tentei limpar sozinho, mas o estrago era muito grande para um amador. Contactei então a recepção e alguns minutos depois eles mandaram uma camareira aqui para melhorar a situação.
Com o problema contido, fiz mais algumas pesquisas para o dia seguinte (endereço, nomes, etc.) e, após lanchar, desci para a piscina por volta de 17h30. Lá estava um grupo de jovens cambojanos, se preparando para fazer uma pool party. Eles levaram caixas de som e um computador portátil e socaram a música no último volume. Pediram uma torre de chope e começaram a barbarizar, tentando jogar duas meninas que estavam no grupo deles dentro da piscina (era quatro jovens). Durante este pandemônio que estavam fazendo, consegui nadar pouco mais de meia hora. Mas a bagunça ficou muito grande, então resolvi me secar e subir para o meu quarto.
Dei uma arrumada por aqui e fui tomar banho para tirar o cloro do corpo. Um pouco depois Isabel bateu na porta – ela tinha vindo devolver o spray anti-insetos que eu havia emprestado a ela. Convidei-a para entrar e começamos a “conversar” (ela fez um monólogo sobre o novo emprego dela, como está difícil e ela tem que dar conta de muita papelada e etc.) Um  pouco depois, quando o monólogo começou a saturar, disse a ela que iria jantar, e então ela foi. Quando eu estava preparando meu sanduíche, cortando tomate e fazendo suco, e estava prestes a comer, o telefone tocou. Adivinhem quem era? Isabel novamente, contando alguma amenidade que nem lembro mais.
Após comer, fui relaxar um pouco, e assisti a um episódio de Castle e a outro de Community. Nesse interim, houve uma queda de luz, a primeira que vi aqui no Camboja. Ela se deveu, acredito, a um outro temporal que aconteceu ontem, enquanto Isabel estava aqui no quarto. Houve uns três picos de luz em um período de meia hora e, quando finalmente a situação normalizou, consegui dormir, depois das 22h, pois, novamente, acordaria cedo no dia seguinte para levar o currículo e outros documentos nas escolas que não havia obtido sucesso pela manhã.
E assim terminou meu quadragésimo segundo dia no Camboja. Aos que estão acompanhando o blog, convido-os a visitarem meu canal no YouTube em https://www.youtube.com/channel/UCSnlDgGBkeCnhbDbLLkCjew  e assistirem a vídeos da viagem.
Um abraço a todos e até o próximo post!