Animado por retornar às minhas atividades exploratórias de outrora, decidi ir almoçar em um lugar diferente novamente - desta vez o escolhido foi um restaurante de comida corena que eu havia visto em um de meus passeios anteriores. O lugar ficava em um hotel, e era bem limpo. Na fachada, o que me interessou foi um banner que anunciava um buffet daquela culinária, mas quando cheguei, não havia ninguém no restaurante, e fui informado que o tal buffet somente funcionava depois das 18h. Mesmo assim, eles se ofereceram para preparar uma refeição, que eu prontamente aceitei, pois já estava com fome e também fiquei interessado em conhecer a culinária coreana. Enfim, foi um misto de almoço e café da manhã. Me trouxeram um prato com um ovo frito e uma omelete em uma cama de cogumelos, bem saborosa e melhor parte da refeição. Além disso, recebi também uma sopa fria bem picante, que era avermelhada e vinha com repolho e carne de porco. Uma tigela de arroz roxo (parecia integral) compunha o resto dos pratos salgados. De sobremesa, me trouxeram duas torradas com geléia e mel. Nada mal por US$ 3, principalmente considerando que também pude tomar café à vontade e me trouxeram um copo d'agua.
Após almoçar, fui comprar a passagem para viajar pela segunda vez para Kampot no dia seguinte, 12 de outubro, quando iniciaria o feriadão de quatro dias aqui no Camboja, o dia de Pchun Ben, já mencionado aqui, uma espécie de Dia dos Finados local. Antes do almoço, passei em umas "agências de viagem" localizadas na rua do hotel, mas em nenhuma havia passagem para o meu destino desejado. Ou não havia mais lugar, ou a empresa de ônibus não oferecia aquele destino. Acabei indo até uma das empresas mais conhecidas daqui, a Capitol (com a qual fiz minhas outras viagens, de ida pelo menos), na qual ainda havia vários lugares disponíveis a um preço acessível (US$ 6,25 por uma viagem de 144 km, que acabaria levando 3h30 na ida e 5h na volta). Havia duas opções de horário: 7h da manhã ou 1h30 da tarde. Para aproveitar melhor o dia, acabei comprando a passagem no período matutino.
Na sequência dei uma olhada no Google Maps e vi que havia um pagoda "inédito"para mim ali perto, o Wat Kor. O lugar ainda estava decorado com algumas faixas em preto e branco, assim como as cores que decoram as tendas de velório montadas na rua quando algum budista falece. O Wat em si apresentava instalações bem antigas e aparentando não ter recebido nenhum tipo de restauração no passado recente. Ainda assim, era um simpático lugar, com as tradicionais estátuas de animais presentes no horóscopo chinês. Havia uma bela variedade de stupas lá, algumas muito bonitas. Uma estátua de um buda e outra de um homem barbudo que não tenho a mínima ideia quem seja também ajudaram a embelezar o local, que, no final das contas, não chegou a entrar no top 10 dos mais interessantes pagodas que visitei no Camboja - quiçá nem na capital.
Como estava de moto, acabei não me prolongando muito por lá, até por que estava começando a garoar e também pelo lugar não ser tão grande e tampouco oferecer tantos atrativos de modo a incentivar uma estadia mais prolongada por lá.
Consegui voltar ao hotel antes da chuva começar. Aproveitei o resto do dia para descansar e arrumar a mochila para viajar no dia seguinte, quando eu acordaria às 5h15 para me certificar de chegar com antecedência na Capitol para pegar o ônibus para Kampot, uma vez que em Phnom Penh não há uma rodoviária que concentre todas as empresas de ônibus disponíveis e sim o cliente deve ir até a empresa na qual comprou a passagem para poder viajar. Não é muito prático, mas, enfim, é como as coisas funcionam por aqui.
Após almoçar, fui comprar a passagem para viajar pela segunda vez para Kampot no dia seguinte, 12 de outubro, quando iniciaria o feriadão de quatro dias aqui no Camboja, o dia de Pchun Ben, já mencionado aqui, uma espécie de Dia dos Finados local. Antes do almoço, passei em umas "agências de viagem" localizadas na rua do hotel, mas em nenhuma havia passagem para o meu destino desejado. Ou não havia mais lugar, ou a empresa de ônibus não oferecia aquele destino. Acabei indo até uma das empresas mais conhecidas daqui, a Capitol (com a qual fiz minhas outras viagens, de ida pelo menos), na qual ainda havia vários lugares disponíveis a um preço acessível (US$ 6,25 por uma viagem de 144 km, que acabaria levando 3h30 na ida e 5h na volta). Havia duas opções de horário: 7h da manhã ou 1h30 da tarde. Para aproveitar melhor o dia, acabei comprando a passagem no período matutino.
Na sequência dei uma olhada no Google Maps e vi que havia um pagoda "inédito"para mim ali perto, o Wat Kor. O lugar ainda estava decorado com algumas faixas em preto e branco, assim como as cores que decoram as tendas de velório montadas na rua quando algum budista falece. O Wat em si apresentava instalações bem antigas e aparentando não ter recebido nenhum tipo de restauração no passado recente. Ainda assim, era um simpático lugar, com as tradicionais estátuas de animais presentes no horóscopo chinês. Havia uma bela variedade de stupas lá, algumas muito bonitas. Uma estátua de um buda e outra de um homem barbudo que não tenho a mínima ideia quem seja também ajudaram a embelezar o local, que, no final das contas, não chegou a entrar no top 10 dos mais interessantes pagodas que visitei no Camboja - quiçá nem na capital.
Como estava de moto, acabei não me prolongando muito por lá, até por que estava começando a garoar e também pelo lugar não ser tão grande e tampouco oferecer tantos atrativos de modo a incentivar uma estadia mais prolongada por lá.
Consegui voltar ao hotel antes da chuva começar. Aproveitei o resto do dia para descansar e arrumar a mochila para viajar no dia seguinte, quando eu acordaria às 5h15 para me certificar de chegar com antecedência na Capitol para pegar o ônibus para Kampot, uma vez que em Phnom Penh não há uma rodoviária que concentre todas as empresas de ônibus disponíveis e sim o cliente deve ir até a empresa na qual comprou a passagem para poder viajar. Não é muito prático, mas, enfim, é como as coisas funcionam por aqui.























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