No terceiro
e ultimo dia da minha segunda visita à Kampot fui tomar café da manhã em um
lugar diferente: uma guesthouse chamada Captain Chim. Comi um omelet com queijo
e tomei um café (quente, pra variar), ambos de alta qualidade, justificando os
pouco mais de US$ 3 cobrados.
Após
comprar a passage de volta, resolvi usar o resto da manhã para conhecer um
pouco mais da cidade e ver as coisas que não havia visto em minha primeira
visita.
Encontrei
um interessante monumento aos trabalhadores do campo. Em seguida, visitei a
prisão de Kampot (só o lado de fora, obviamente). O lugar estava em pleno
funcionamento, pois vi o que pareciam ser familiares visitando – chegando e
saindo.
Depois de
sofrer um pouco navegando com o google maps e com o mapa que havia no guia que
os donos da guesthouse me emprestaram, acabei chegando à antiga casa do
governador, que hoje abriga o museu provincial de Kampot. Havia vários portoes,
com somente alguns deles abertos. O museu, no entanto, não oferecia acesso aos
visitantes naquele dia, talvez por ser feriado.
Passei por
mais alguns prédios históricos muito bonitos que ficavam ali perto, a maioria
deles na avenida que beirava o rio. Dei mais uma circulada de moto pelo centro
e encontrei um monumento que parecia homenagear heróis de guerra. Outra
interessante escultura foi a de comemoração ao ano 2000, acompanhada do que
parece ser uma gaivota.
Ao tentar
localizar um monumento que teoricamente ficaria em uma rotatória, de uma naga,
que acabei não achando, acabei me deparando com um pagoda, no qual entrei para
a frustração inicial ser reduzida. Ele era mais limpo que a média, mas o templo
principal era bem simples, sem muitos atrativos. O único diferencial era um tipo de “pântano” com
grama e um tipo de vitória-régia cobrindo uma grande área, uma cena da natureza
muito bonita. Havia ainda a tradicional
estátua de uma divindade (acredito ser uma apsara), acompanhada de um
crocodilo. Pela falta de coisas interessantes, acabei não ficando muito tempo
lá e menos de dez minutos depois eu estava na frente do que o guia dizia ser
uma das principais atrações dentro da cidade: o velho cinema.
Realmente,
ele era bem velho. Mas para meu azar, ele não estava em funcionamento naquele
dia, então não pude entrar e a única coisa que fiz foi tirar uma foto da
fachada, que não tinha nada de mais.
A essa
altura era pouco antes das 11h e como meu ônibus só partiria às 12h30, resolvi
visitar a primeira caverna que eu havia encontrado no dia anterior, chamada
pelo guia de caverna pré-histórica, ou, como podem ver na foto da placa, Kbal
Romeas.
O lugar era
mais organizado que a caverna do elefante branco e, consequentemente, com mais
taxas a pagar: estacionamento, visita da caverna e um guia que me auxiliou por
15 minutos e queria US$ 4, mas pela curta duração da minha visita, acabei
pechinchando por US$ 1. As fotos ficaram bem escuras, então infelizmente as
estruturas que eu vi não poderão ser compartilhadas com clareza aos leitores.
Enfim, havia alguns murais pré-históricos lá, além de alguns “altares”budistas
bem antigos. Além disso, estruturas rochosas lembrando animais e objetos do
mundo exterior. Faço agora as mesmas observações em relação à outra caverna, é
um lugar bonito e interessante, mas nada que seja absolutamente necessário visitar.
Enfim, saí
de lá pouco depois das 11h e me apressei para conseguir almoçar, ir na
guesthouse tomar um banho, terminar de arrumar minhas coisas, fazer o check-out
e caminhar duas quadras até o local de onde o ônibus partiria. Deu tempo de
fazer tudo, após comer um curry de frango no Captain Chim e acertar as contas,
cheguei de banho tomado no ônibus, que tinha apenas uma passageira dentro e
estava com música bem alta. Felizmente, o motorista diminuiu o volume quando
pedi. O veículo acabou saindo com pouco mais de quinze minutos de atraso, e o
trajeto foi bem mais demorado que o da vinda, pois desta vez houve um desvio,
indo primeiro para a cidade praiana de Kep para depois dirigir-se à Phnom Penh.
Pouco antes das 18h, o motorista gentilmente parou pouco antes da ponte que
fica a metros do hotel no qual eu moro, sendo este o destaque de uma viagem de
ônibus na qual estava um grupo animadíssimo de turistas que vieram cantando e
pedindo pro motorista aumentar o volume do videokê exibido na televisão.

























































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