terça-feira, 26 de maio de 2015

MINHA DÉCIMA PRIMEIRA SEXTA-FEIRA E SÁBADO NO CAMBOJA

Nesta sexta-feira, acordei por volta de 6h20, comi, tomei banho, me arrumei e desci ao lobby do hotel, onde Youth estava me esperando para me levar até a universidade. Saímos no horário e por volta de 7h50 cheguei lá. Peguei minhas coisas e fui para a sala de aula. O tópico do dia foi frases de apoio e como citar exemplos para ilustrá-las.
Às 9h20 a aula terminou e fui para o ponto de ônibus. Pouco depois das 10h, já estava de volta ao hotel.
Fiquei mexendo no computador até 11h e pouco, quando Isabel me ligou e fomos almoçar. Pedi sopa pela primeira vez no restaurante de sempre. Não cheguei a me arrepender, mas a sopa era meio ácida, no entanto, era uma porção bem servida, então não passei fome durante a tarde. Após comermos, fomos comprar um café robusta. Passamos também no mercado, onde comprei mortadela e tomate.
Passei a tarde no computador, fiz um lanche e por volta de 15h15 fui tomar banho. Após me arrumar, saí aqui do hotel às 15h45 para chegar quinze minutos depois no ponto de ônibus. Tive que esperar uns cinco minutos somente, levei muita sorte. Fui caminhando lentamente do ponto até a universidade e mesmo assim cheguei com uma antecedência de trinta minutos mais ou menos.
Deu tempo de corrigir mais algumas tarefas até começar a aula da noite, que também foi sobre writing. Esta turma aprendeu sobre apostos e cláusulas adjetivas, com vários exercícios. Por volta de 19h, a aula terminou e, quando desci, nada de Youth me esperando. Liguei para ele e ele medisse que em dez minutos chegaria. Quinze minutos depois, ele chegou e me trouxe para o hotel. Por volta de 19h45, eu estava no quarto.
Tomei banho, jantei e assisti um pouco de seriados e joguei um pouco de xadrez, indo dormir depois das 23h, pois não teria que acordar cedo no dia seguinte.
No sábado, acordei perto das 8h e mandei uma mensagem para Isabel perguntando se ela poderia fazer um chá para mim com a chaleira que cedi temporariamente a ela, pois acordei com dor de garganta e um pouco de tosse. Uma hora depois, fui ao quarto dela e tomei umas xícaras de chá com mel. Ela deixou eu trazer uma jarra cheia com o resto.
Por volta de meio-dia, fomos almoçar. Depois do almoço fomos ao mercado. Comprei pão, uma maionese com mostarda e também balas de menta, pois o estoque de halls e trident que eu trouxe comigo acabou. Passamos também na barraquinha de café para que eu pudesse comprar um Robusta.
Voltamos ao hotel e por volta de 14h30 descemos até a piscina. Como na 5ª feira passada fui irresponsável e entrei na piscina à noite quando não estava tão quente assim, a partir de 6ª comecei a desenvolver uma tosse bem chata. Portanto, no sábado a tarde não entrei na piscina. Eu estava mexendo no celular, procurando sobre cervejarias artesanais em Phnom Penh, quando de repente descobri que haveria um evento da cervejaria Cerevisia em um restaurante chamado La Gasolina. Convidei Isabel para ir junto e ela aceitou. Em 15 minutos, nos aprontamos e saímos. O lugar ficava perto do Museu do Genocídio, mas acabamos nos enrolando um pouco para chegar de tuk-tuk. Mesmo assim, por volta de 15 minutos depois, paramos em frente a uma feirinha de rua, pagamos os US$ 2 ao motorista e fomos em direção a onde o mapa mostrava. Por sorte, estávamos bem do lado, e não tivemos que procurar.
O portão do lugar estava fechado, mas mesmo assim eu o empurrei e vi que estava apenas encostado. Entramos lá e o lugar era o quintal de uma casa, bem informal. Havia várias mesas, todas elas com estrangeiros. O único nativo que vi lá era um senhor que iria fazer churrasco para vender. Enfim, logo na chegada, havia uma mesa com oito potinhos que continham grãos. Era uma promoção: caso adivinhássemos os três grãos utilizados na cerveja, ganharíamos um copo de graça. Mesmo com a teórica milhagem que adquiri com cervejas artesanais nesses seis anos do blog dr-beer.blogspot.com, consegui adivinhar somente um dos três grãos. Pelo menos me disseram que apenas uma pessoa havia conseguido a façanha.
Chegamos cerca de 20 minutos antes do horário oficial de encerramento, que seria às 16h. eles estavam oferecendo três cervejas, mas uma delas já havia acabado, a Smoked Ale. Ainda tinham uma IPA e uma APA, que estava formando bastante espuma e tinha que ser pedida com antecedência, portanto comecei com a IPA, bem saborosa. Um copo de 500ml custou US$ 4. O mesmo com a APA, que também era de alta qualidade. Conversamos um pouco com Eric, o mestre-cervejeiro e um dos donos da cervejaria, muito simpático. Ele disse que a cervejaria está aberta para visitações, basta marcar um horário via e-mail. Acredito que nos próximos meses terei mais atualizações sobre o assunto.
Pouco depois das 17h, nos despedimos de Eric e Adolfo, um espanhol que trabalha na divulgação da cervejaria e rumamos em direção ao Central Market, onde eu queria comprar sandálias de couro para ir trabalhar, já que meus sapatos têm me matado ultimamente. Consegui um tuk-tuk por US$ 1,75 (meu recorde pessoal em médias distâncias). Chegamos lá e muitas lojas já haviam fechado e outras estavam fechando. Mesmo assim, conseguimos encontrar duas lojas com sandálias. Na primeira, não achei nada inicialmente e disseram que iriam olhar no estoque. Começaram a demorar demais, e, bem próximo dali, encontrei uma outra loja. Lá encontrei um par bem confortável, que podem ver nas fotos. O valor inicial era de US$ 21, mas acabei conseguindo comprar por US$ 15. Isabel também saiu de lá satisfeita, pois conseguiu encontrar um marmitex de plástico por somente US$ 7 (consegui um desconto de US$1, se não falha a memória, para ela. Demos mais uma rápida circulada no local e saímos, pois várias portas externas do mercado já estavam fechadas.
Ao sair de lá, Isabel quis dar uma olhada em umas araras com roupas femininas expostas, então esperei ela se realizar por alguns minutos. Ela acabou não comprando nada, então caminhamos em direção ao Riverside. No caminho, entramos em alguns minimercados. Gostaria de encontrar um Procon por aqui, pois é comum encontrar produtos com rótulos que anunciam determinado preço e ao chegar no caixa cobram outro, o que aconteceu comigo ao tentar comprar uma cerveja de US$ 0,60 e, ao pagar, me pediram US$ 0,75. Como a diferença era irrisória, acabei levando, mas não sem reclamar antes. Enfim, em outro mercadinho acabei comprando um chocolate branco (que não era lá grande coisa) por US$ 1,30. Isabel não tinha nenhuma sugestão de lugar para ir, então acabamos indo novamente (eu pelo menos) ao restaurante belga La Patate.
Antes de pedir, fizemos uma coisa bem “orçamentária”. Contamos nosso dinheiro para que o que pedíssemos não extrapolasse nossos fundos. Ambos acabamos optando por sanduíches que vinham acompanhados de batata frita (já disse que não sou particularmente fã deste prato, mas no La Patate elas são realmente acima da média). O meu era de bacon e o dela de linguiça belga – cada um por US$ 5,75. Pedimos um molho de alho para mergulhar as batatas fritas – fantástico. Além disso, pedi uma Maredsous Brune, como sempre muito saborosa. O que acabou quebrando nossas pernas foi as coca-cola que pedimos (uma  para mim e duas para Isabel)... hehehe Acabou faltando dois ou três dólares e Isabel teve que ir até um caixa eletrônico para tirar dinheiro. Ela demorou mais de meia hora, pois disse que em uns três deles o cartão não funcionou. Enfim, pagamos e encontramos um tuk-tuk rapidamente, como quase sempre.
Consegui um que nos trouxe do Riverside até o boulevard que moramos por US$ 2. Quando estávamos quase chegando, o cara começou a reclamar, então acabamos descendo um pouco antes e viemos andando cinco quadras. Chegando no hotel, nos despedimos e fomos para nossos respectivos quartos.
Já bem cansado do longo dia, tomei um bom banho, me troquei e fui dormir, acabando assim meu décimo primeiro sábado no Camboja.














































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