sábado, 16 de maio de 2015

MINHA NONA QUINTA-FEIRA NO CAMBOJA

Nesta quinta-feira, segundo dia do feriado do aniversário do rei do Camboja, acordei tarde novamente, por volta de 9h. após tomar café, aproveitei o resto da manhã para continuar fazendo meus planos de aula para a semana que vem. Ao meio-dia, fui almoçar com Isabel.

Ao terminar, fui alimentar meu novo hábito. Atrás do Sovanna Shopping Mall, há uma barraquinha de café, de dono japonês, que vende as variedades Robusta e Arabica. Peguei um copo de robusta, vendido por cerca de US$ 0,60. O único problema, mas nem tanto, é que eles apenas vendem o café gelado, mas neste clima é bem melhor. Lembro que no Brasil eu fazia cara feia quando via minha irmã Camila colocando gelo no café. Agora, sou eu quem faço, ou pelo menos pago, para os outros fazerem. Após tomar o delicioso café, fui com Isabel ao shopping procurar um restaurante novo que abriu lá.

Antes, passamos em algumas lojas de quinquilharias que distraíram minha amiga alemã por vários minutos. Tirei foto de alguns destes objetos, inclusive uma bolsa com motivos brasileiros. Vi também a mesma garrafa filtro que minha irmã Camila me “deu” antes de eu ir viajar. Apesar dela ter comprado as garrafas da China, aqui elas são ainda mais baratas, apenas US$ 2. Sempre curioso e gratificante encontrar coisas do meu país do outro lado do mundo, a 17 mil km de distância.

Enfim, encontramos o restaurante, chamado The Lobster. Eles oferecem várias porções, a maioria delas frita, e alguns pratos vendidos à quilo, inclusive a lagosta, que é US$ 3,30/100g. fiquei pensando se eles venderiam 100g de lagosta apenas... hehehe

Ao voltar, passamos boa parte da tarde na piscina. Quando cheguei lá, o australiano Daniel tinha acabado de sair da água, e ficamos um tempo conversando. Um tempo depois, chegou um participante do novo programa da LC-Asia. Logo depois chegou Isabel. O “forasteiro” nos ouviu conversando sobre pontos turísticos e entrou na conversa, quando começamos a falar sobre o fato dos tuk-tukeiros se aproveitarem dos turistas recém-chegados para cobrar os olhos da cara. Ele se apresentou: Paul, americano da Flórida, veio com sua namorada participar do programa e eles irão ao Vietnã após as tres primeiras semanas de curso. Enfim, falamos a ele sobre como chegar no shopping e também dos inúmeros restaurantes baratos que tem aqui na região.

Após um bom tempo de conversa, acabamos ficando apenas Isabel e eu na piscina e uns instantes depois, resolvemos sair para dar uma caminhada. Descasquei uma manga à beira da piscina e após terminar de comer, subimos para nossos respectivos quartos.

Eu queria aproveitar o final da tarde para caminhar, e seguimos a rua por baixo do viaduto, que é por onde Youth me traz de volta da universidade. No caminho, passamos em um hotel para especular quanto cobram. Era US$ 360/mês, sem piscina, roupa lavada e nem café. O quarto, no entanto, era bem limpinho e organizado. O nosso hotel ainda é bem mais vantajoso, e, principalmente, barato.

Enfim, continuamos a caminhada e reparamos que nesta rua também vendem comida na calçada, mas a área parecia menos higiênica que no boulevard onde compramos o frango assado e vamos almoçar e jantar. Durante nosso périplo, entramos em alguns mercadinhos, mas não vimos nada espetacular. Vimos uma grande escola do outro lado da rua e também várias bandeiras do país hasteadas na calçada. Passamos também em uma padaria, na qual comprei um salgado (parecido com o que eu havia comido em Kampot, com salsichas e um sabor adociado) e Isabel pegou dois. Cada um era cerca de US$ 0,65.

Na volta, passamos por algumas lojas. Havia uma com cadeiras ergonomicas novas, mas o preço não era dos mais convidativos: US$ 35 pela mais barata. Andamos mais um pouco e encontramos uma loja japonesa de artigos usados. Enquanto Isabel ficou de distraindo com sapatos de salto alto, eu fiquei olhando cadeiras. Encontrei umas boas a US$ 20, que estava planejando comprar no dia seguinte, mas acabei mudando de ideia devido à dificuldades orçamentárias. Terá que ficar para o mês que vem. Dentre a infinidade de coisas oferecidas por lá, vimos de tudo, e Isabel quase acabou comprando uma panela de sukiyaki para ela cozinhar no quarto, mas acabou desistindo. O lugar também é interessante por que eles compram coisas usadas. Tenho uns tênis que estão no bico do corvo que estou pensando em deixar por lá... A última parada do passeio foi em uma lojinha, também japonesa, que vendia artigos a US$ 1,50. Encontrei gravatas, badulaques, objetos para casa, banheiro e etc. de boa qualidade até. Esse é o lado positivo de estar controlando o orçamento, pois caso contrário imagino que teria voltado com a sacola cheia de amenidades.

Quando já era passado das 19h, fomos direto jantar. Íamos ao restaurante no qual fomos jantar uns dias atrás, mas Isabel acabou me convencendo a ir a uma barraquinha inédita para mim. Lá, comemos o básico: arroz frito com carne e uma tigela de sopa (esta veio com um osso com carne), acompanhados de chá gelado. Ao terminar, voltamos para o hotel e terminanos a noite.

No quarto, assisti a uns episódios de Community e joguei um pouco de xadrez. Depois das 23h, fui dormir, pois ainda teria que fazer mais planos de aula na 6ª feira de manhã.

E assim terminou meu segundo dia do feriado do aniversário do rei. 

Acompanhem e curtam meus vídeos sobre a viagem em meu canal no YouTube, em https://www.youtube.com/channel/UCSnlDgGBkeCnhbDbLLkCjew

Abraço a todos os leitores e continuem curtindo, comentando e inscrevam-se no canal caso estejam gostando dos vídeos. Até o próximo post!




















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