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Olá a todos que estão acompanhando este blog, que já está alcançando, para minha surpresa, quase 100 visualizações de páginas com estes dois posts.
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Hoje foi um dia bem bacana aqui no Camboja.
A manhã parecia pouco promissora, começou com uma certa dificuldade em acordar (cansaço do dia anterior e da longa viagem), arrumação do resto das coisas (devido a falta de gavetas, muitas coisas estão organizadas na cama mesmo) e um café da manhã no hotel (omelete, bacon e torradas, nada muito especial). No café da manhã, no entanto, fiquei conhecendo três colegas de curso, as americanas Lenora, da Califórnia, Anandi, da Flórida e Ashley, da Pensilvânia, onde meu amigo músico Deddos residiu por um tempo em sua temporada nos Estados Unidos. Posso dizer que aí começou minha imersão no idioma, e quão diferentes podem ser os sotaques de falantes de inglês. As duas primeiras, a exemplo de um escocês com quem conversei no avião, apresentaram certas dificuldades de compreensão em alguns momentos. A última, no entanto, até por já dar aula de inglês, apresentou um inglês facilmente compreensível. O mesmo aconteceu com um ex-"formando" da Language Corps, o também pensilvaniano Max, que está aqui há três meses no Camboja e nos serviu gentilmente de guia durante o dia.
Por volta de uma tarde ele nos levou para conhecer uma parte da cidade. Começamos pelo mercado central, cujo nome local não consegui memorizar, mas que será falado em um dos vídeos que estou postando em meu canal no YouTube e colocarei o link novamente no final deste post. O mercado já me deu um gostinho das excentricidades que encontrarei aqui no Camboja.
Vi frutas de todos os tipos (muitas delas encontradas no Brasil, algumas mais baratas e outras mais caras, e outras bem exóticas, como a dragon fruit, que se não me engano se chama pitaya em português. Neste mesmo mercado, na seção de carnes, vi cabeças de porco, peixes já mortos ainda se mexendo (se não me engano o Max disse que era um catfish, e que eles ficam se debatendo por até três dias antes de serem pescados) e também um cambojano "descascando" sapos e colocando somente a parte comestível em um cesto para venda.
Terminada a tour pelo mercado, fomos, finalmente, almoçar, após a relativamente longa caminhada que havíamos dado até então. Ah, comprei um quilo de belíssimas peras no mercado, das quais tirei uma foto que postarei a seguir.
Passamos por alguns restaurantes, cujo preço não nos atraiu muito. Seguimos explorando até encontrar um lugar aparentemente pouco promissor, mas que tinha algumas iguarias. As que resolvi experimentar foram um frango com gengibre (parecido com o que minha mãe faz, mas sem shoyu e com muito mais gengibre), porco ao molho (parecia ser feito com shoyu, bem saboroso) e um ovo marrom, que estava imerso em molho de carne, e que era bem parecido com os ovos cozidos que comemos no Brasil. Para beber, havia uma jarra do que parecia ser inicialmente água na mesa, mas na verdade era um tipo de chá de jasmim. Provei também um pouco de um tipo de purê de abóbora com curry da colega Lenny, que era também bem saboroso. Lá o colega Max nos ensinou uma importante dica cultural: não deixar ossos e restos de comida no prato, e sim jogá-los em um lixo que a maioria dos restaurantes deixa em cima da mesa ou até mesmo no chão, pois os cambojanos consideram de mal tom por de volta no prato algo que já foi mastigado. Além deste lembrete, também ficamos sabendo que não é cortês apontam com o dedo indicador para alguém ou algo (deve-se fazê-lo com os quatro dedos da mão - sem o polegar) ou chamar alguém da forma como chamamos no Brasil com as mãos (devemos fazê-lo com a palma da mão virada para cima, e não para baixo). Além disso, nunca devemos cumprimentar alguém com a sola do pé no ar virada para cima (como isto é difícil de acontecer, não foi problema assimilar esta regra de etiqueta local).
A próxima etapa de nosso passeio foi no Sovanna Shopping Mall, aquele no qual eu havia estado ontem. Desta vez, conheci também o segundo e terceiro pisos, em um dos quais comprei um caderno e um marcador para utilizar em minhas práticas de ensino, que deverão acontecer na terceira semana de curso, tudo por US$ 2,50. Falando em preços, a refeição de hoje saiu por US$ 8, para 5 pessoas. Realmente inacreditável e verdadeiro que pode-se comer muito bem por muito pouco no Camboja.
Pude também ver que os cambojanos são um povo muito simpático quando os conhecemos. Nos cumprimentam sempre com um sorriso na rua e adoram quando dizemos Hello a eles.
Daqui a pouco, teremos um meet and greet com os participantes do curso. Hoje, ao sairmos para nossa pequena excursão, estavam chegando mais um grupo de participantes, todas elas americanas. Estou vendo que há grandes chances de eu ser o único brasileiro (ou não americano) a participar do curso.
Para concluir, posso dizer que a experiência está sendo realmente proveitosa e que amanhã farei uma tour pelos pontos turísticos e históricos da cidade, o que promete bastante. O que eu tentarei prometer é fazer um pequeno resumo dos acontecimentos de amanhã aqui no blog, se tiver tempo para isso, pois a excursão parte à 1h da tarde e as 7h da noite teremos um jantar de confraternização.
Amanhã o dia promete!
Abraço a todos e continuem acompanhando o blog!
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