domingo, 29 de março de 2015

MEU DÉCIMO TERCEIRO DIA NO CAMBOJA

Olá a todos!
Em nosso penúltimo dia de aulas teóricas do curso, tivemos que apresentar nosso último peer teaching, com uma atividade de listening ou reading produzida a partir de um entre seis textos que nos foram enviados por e-mail no dia anterior. Como tínhamos que entregar uma cópia impressa aos alunos, a fila ao redor do computador do hotel já era longa na hora que fui tomar café, então acabei fazendo minhas impressões somente após o término da primeira aula, às 10h30. Consegui imprimir tudo sem nenhuma complicação e então fomos para o prédio ao lado, já que havíamos sido divididos em três grupos, para que desse tempo de terminar todas as apresentações. Estávamos em oito, e teoricamente cada um teria pelo menos dez minutos para dar sua aula. Acabei apresentando por penúltimo, para ver os feedbacks que os outros alunos iam recebendo e assim polir minha performance, mas, por conta das apresentações não serem cronometradas e alguns feedbacks terem levado mais tempo que o esperado, já era passado das 12h30 quando comecei minha atividade, que era um reading sobre o texto The $4 million teacher. Apresentei como vocabulário novo o verbo to earn e o substantivo lecture, através de perguntas aos alunos e imagens que havia impresso. Acabei misturando esta etapa com a construção de contexto, o que foi levantado no final da apresentação no feedback dado por Mike. Minhas próximas etapas constituíam em uma compreensão extensiva e intensiva do texto, além de um foco linguístico no present perfect, que constava no texto. Mas antes de fazer isto já fui interrompido pois já passava de 12h40. Minha apresentação deve ter durado uns 5 minutos e tive que fazer tudo bem corrido, o que acabou resultando nos feedbacks que menos me agradaram até agora, mas, mesmo assim, acredito ter tido um bom desempenho, apesar de ter misturado duas etapas da apresentação que deveriam ter sido feitas separadamente.
Acabei saindo para almoçar quase às 13h, sozinho, desta vez retornando ao já tradicional restaurante que ia com Colin, em frente a um canteiro de obras. Como era de se esperar, a comida – frango com gengibre e peixe assado (e com muitos espinhos) – já estava fria. Acabei conseguindo voltar para o hotel somente após às 13h40, o que acabou me impossibilitando de atualizar o blog neste dia.
Após o término das aulas deste penúltimo dia teórico fui ao quarto fazer um sanduíche (não me acostumei ainda totalmente a ficar quase cinco horas seguidas sem comer) e desci para nadar um pouco na piscina. Lá estavam os colegas Jerry e Jarrod, com os quais conversei um pouco, o que foi bacana, mas me impediu de fazer minhas 25 chegadas já tradicionais. Logo após Colin chegou e se juntou a nós. Por volta de 18h45 subi ao meu quarto, pois ás 19h havia combinado com Mary de ir até o Russian Market.
Quando cheguei ao lobby, ela e Isabel já estavam me esperando. Pegamos um tuk-tuk e fomos até lá e combinamos com o motorista para ele ir nos buscar em 1h30. Logo ao chegar, vimos uma ampla área com vários vendedores ambulantes de comida, a maioria de sanduíches e espetinhos. Acabamos optando por um sanduíche supostamente recheado com carne de porco, mas que não tinha muito gosto disso no final das contas. Ao terminarmos de comer, fomos procurar o tal Russian Market, já que no lugar que estávamos as luzes estavam todas desligadas, com somente as barraquinhas de comida funcionando. Demos uma andada e não encontramos nada aberto. Acabamos entrando em uma confeitaria, na qual Mary comprou um pedaço de uma deliciosa torta de maçã. O lugar era bem caprichado, como poderão ver nas fotos que tirei dos doces que vendem por lá. Na fila do caixa, estava um estrangeiro, que nos ouviu conversando sobre o mercado e nos informou que este só fica aberto em sua plenitude até às 17h – ou seja, estávamos mais de duas horas atrasados. Aproveitamos então para conhecer a área – entramos em um mini-mercado que havia por lá, no qual adquiri três cervejas (uma Paulaner por US$ 2,80 – bem mais barata que no Brasil, uma japonesa chamada Asahi e a terceira cujo nome não me recordo). A maioria das coisas, no entanto, era meio cara, como doces e produtos de higiene pessoal.
Ainda tínhamos um pouco de tempo antes do horário marcado com o motorista, então demos mais uma andada pela vizinhança, que pareceu bem urbanizada e tranquila, tanto que Mary até cogitou a hipótese de conseguir um apartamento por lá após terminar o curso.  Uns dias atrás ela até me sugeriu dividirmos apartamento, mas, por enquanto, prefiro a comodidade do hotel, que tem café da manhã de segunda a sexta, piscina, internet, roupa lavada e uma massagem semanal (as quais ainda não usufruí).
No horário combinado, o motorista estava nos esperando e nos trouxe de volta ao hotel, no qual chegamos por volta de 21h. minhas colegas foram para a sessão de cinema no nível da piscina, onde seria exibido o filme The Killing Fields, que trata sobre a recente carnificina perpetrada recentemente aqui no Camboja pelo Khmer Rouge. Por estar cansado e pela duração do filme ser de 2h30, acabei indo para o meu quarto assistir também algo sobre matança, mas de zumbis, no seriado Walking Dead.
Terminado o seriado, finalizei também mais um dia aqui no Camboja, cada vez mais acostumado com a cultura local e ao ambiente.
Espero que continuem acompanhando os posts e meu canal no YouTube. Caso estejam gostando, inscrevam-se no canal e curtam os vídeos.
https://www.youtube.com/watch?v=E9Qv_y2cw2o&feature=youtu.be

Até o próximo post!
















Nenhum comentário:

Postar um comentário