segunda-feira, 16 de março de 2015

MEU TERCEIRO DIA NO CAMBOJA



Após a confraternização da noite anterior, com karaokê e o chope local, além de conhecer mais alguns participantes do programa, como o australiano Colin e o casal de americanos Barbara e Ned, eu planejava dormir até tarde, algo como 10h.

Meu plano, no entanto, foi por água abaixo, pelo fato de meu quarto ficar logo ao lado de uma movimentada via expressa, na qual o barulho começa mais ou menos 6 da manhã. Além disso, o sol aqui é tão forte que a claridade nos acorda antes do esperado.

Resolvi então aproveitar a piscina do hotel, a qual poderão ver nas fotos abaixo. A água estava maravilhosa, e pude nadar algumas voltas. Quando, uma hora depois, eu havia nadado suficiente e estava voltando para o quarto, Colin estava chegando para aproveitar a piscina.

Nossa excursão estava programada para começar às 13h, então por volta de 11h30 desci ao lobby para ver se alguém iria almoçar. Um grupo de colegas estava conversando por lá e acabei ciceroneando o meu colega australiano a conhecer o restaurante no qual eu havia almoçado no sábado. Provei um delicioso peixe ao molho, e repassei ao meu colega o costume local de não colocar ossos, espinhas de peixe e outras coisas que já estiveram em sua boca de volta no prato. Alguns restaurantes costumam deixar uma lata de lixo próxima ou debaixo da mesa para que os cliente possam fazê-lo. No que fomos, não havia nenhuma, então o chão estava abarrotado de guardanapos e espinhos de peixe.

Voltamos ao hotel quase na hora que a excursão estava saindo, quando vi que muitos estavam usando calças por que não é permitido usar roupas que mostrem o joelho dentro dos templos locais, além de não poder entrar com calçados neles. Por sorte, minha bermuda descia um pouco mais que o joelho, o que foi uma grande benção, pois ontem (a exemplo de todas as tardes e ao contrário desta manhã) estava fazendo um calor escaldante, digno da savana africana.

A primeira etapa de nosso passeio, após um eletrizante passeio em um dos cinco tuk-tuks que levou os alunos, foi em Watt Phnom, ou Mountain Pagoda, ou o templo da montanha. Esta atração é composta de uma grande arborizada, na qual há uma grande escadaria que leva a um templo no alto de uma montanha, que outrora foi o ponto mais alto da capital cambojana. No topo desta há um templo, no qual devemos tirar os calçados para entrar. Lá dentro há relíquias de ouro e prata (muitas delas imagens de budas, de todos os tamanhos), pinturas típicas na parede e no centro um grande buda de ouro. É permitido tirar fotos no interior, as quais postarei abaixo. A única ressalva é não incomodar os "fiéis" que estão rezando por ali e nas cercanias do templo. O lugar é muito bonito, mas não há realmente muita coisa para ver.

Terminada a visita, fomos para mais um emocionante passeio de tuk-tuk, que nos conduziu pelo centro da cidade até chegarmos ao complexo onde fica uma das mais famosas atrações da cidade, o Silver Pagoda, ou templo da prata. O lugar basicamente é composto de vários templos budistas, próximos um do outro, além de alguns monumentos, como o Stupa do rei Norodom Suramarit (http://en.wikipedia.org/wiki/Silver_Pagoda,_Phnom_Penh).
Na volta,passamos pelo Russian Market (não entramos) e vimos de perto mais do caos que é o trânsito em Phnom Penh (postarei fotos e vídeos sobre essa bagunça). Nosso ponto final foi no Sovanna Shopping Mall, o que visitei pela terceira vez, onde desta vez aproveitei para tomar um delicioso sorvete artesanal por US$ 1,40, do qual não tirei foto mas prometo fazê-lo da próxima vez que passar por lá.
A noite terminou com um delicioso jantar oferecido pela LC-Asia, no qual nos foram dadas informações básicas de como nos virarmos na cidade.
E este foi mais um dia neste exótico país. Com um dia de atraso, termino meu relato.
Espero que tenham gostado e, para vídeos sobre a viagem, acessem o canal no YouTube:












































































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